terça-feira, 12 de setembro de 2017

Futebol de Juíz de Fora

Bairro de Lourdes . Esporte Clube São Carlos, em 17 de agosto de 1971. Campo do São Carlos. Evento: 21º Aniversário de Fundação. Adversário: Versalhes F.C. Resultado: São Carlos 5 X 1 Versalhes. Gols: Luiz (2), Renato (2) e Vitório para o São Carlos.

Em pé: Jésus (diretor esportivo) – Dirceu – Betinho – Almir - Zé Carlos – Reginaldo – Adãozinho - Renato e Peruca (técnico). Agachados: Márcio – Evandro – Walter – Vitório – Renato - Luiz e Amendoim (massagista). (Foto: Acervo de Luiz Cipriano da Silva, extraída do Blog Maria do Resguardo - Publicada no blog mauricioresgatandoopassado.blogspot.com.br)


Equipe de Futebol do Sport Campeão em 1967. (Foto: Acervo de Simón Eugénio Sáenz Arévalo Publicada no blog mauricioresgatandoopassado.blogspot.com.br)

Equipe de Futebol do Esporte Clube Benfica em 1964. (Foto: Acervo de Mauro Jesus Fonseca - Publicada no blog mauricioresgatandoopassado.blogspot.com.br)  


Campo do Industrial Mineira. A.B.C Campeão. Provavelmente em 1963. Foi o único Título do A.B.C. Segunda Divisão da L.D.J.F. (Foto: Acervo de Simón Eugénio Sáenz Arévalo - Publicada no blog mauricioresgatandoopassado.blogspot.com.br)

Tupi, década de 1960. (Foto: Acervo de Simón Eugénio Sáenz Arévalo - Publicada no blog mauricioresgatandoopassado.blogspot.com.br )


Equipe de Futebol do Tupi. Década de 1960. (Foto: Acervo Simón Eugénio Sáenz Arévalo - Publicada no blog mauricioresgatandoopassado.blogspot.com.br )


Equipe de Futebol do Tupi. João Pires é o primeiro agachado da esquerda para direita. Década de 1960. (Foto: Acervo de Simón Eugénio Sáenz Arévalo - Publicada no blog mauricioresgatandoopassado.blogspot.com.br)


Flamenguinho do Futrica. Década de 1960. (Foto: Acervo Sidney Vieira, Bar do Futrica)

Bairro Poço Rico, no Estádio José Paiz Soares, provavelmente na década de 1960. (Foto: Acervo de Simón Eugénio Sáenz Arévalo - Publicada no blog mauricioresgatandoopassado.blogspot.com.br)


Equipe do Tupynambás, (Baeta), década de 1960. (Foto: Acervo de Eugénio Sáenz Arévalo - Publicada no blog mauricioresgatandoopassado.blogspot.com.br )


Equipe de Futebol do Sport Club Juiz de Fora. Década de 1960. (Foto: Acervo de Simón Eugénio Sáenz Arévalo - Publicada no blog mauricioresgatandoopassado.blogspot.com.br)


Equipe de Futebol da empresa Facit, década de 1960. (Foto: Acervo de Eugénio Sáenz Arévalo - Publicada no blog mauricioresgatandoopassado.blogspot.com.br)


Equipe de Futebol do Tupynambás F.C, (Baeta). Sem o ano e escalação. (Foto: Acervo de Humberto Ferreira - Publicada no blog mauricioresgatandoopassado.blogspot.com.br)


Foto muito antiga, sem o ano. Esses homens construíram a história de uma paixão o Sport Club Juiz de Fora. Em pé: Paixão – Braguinha – Isaias – Nagib – Fernando - Jonathas – Sílvio - Caputo e Arlindo. Agachados: Lazinho -Tirolilo e Guaracy. Falta a identificação do primeiro à esquerda.


Márcio Guerra imagina que o local seja o primeiro campo do Sport, onde hoje é o MAMM. Isso porque as casas em volta são clara evidência que seria ao fundo a Rua Santo Antônio. (Foto: Acervo de Márcio Guerra- Publicada no blog mauricioresgatandoopassado.blogspot.com.br)

Seleção de Juiz de Fora, representando a Seleção Mineira em 1958. (Foto: Acervo de Humberto Ferreira - Publicada no blog mauricioresgatandoopassado.blogspot.com.br)


Festival do ABC, Tupi Football Club em Junho de 1956. (Foto: Acervo de Bastos Barreto - Extraída do Blog Maria do Resguardo - Publicada no blog mauricioresgatandoopassado.blogspot.com.br) 


Bairro Manoel Honório. Festival do ABC, Clube Atlético Mineiro em Junho de 1956. (Foto: Acervo de Bastos Barreto - Extraída do Blog Maria do Resguardo - Publicada no blog mauricioresgatandoopassado.blogspot.com.br) 

Bairro Manoel Honório. Festival do ABC, Tupi Football Club em Junho de 1956. (Foto: Acervo de Bastos Barreto - Extraída do Blog Maria do Resguardo - Publicada no blog mauricioresgatandoopassado.blogspot.com.br) 


Bairro Manoel Honório. Festival do ABC. ABC Futebol Clube em Junho de 1956. (Foto: Acervo de Bastos Barreto - Extraída do Blog Maria do Resguardo)


Equipe do Tupynambás em 1949. Na ordem: Pavio - Canhoto - Sinval - Mossoró - Paulo China - Gastão - Jair - Álvaro - Caiana - Waltinho e Liquinho. (Foto: Acervo de Humberto Ferreira - Publicada no blog mauricioresgatandoopassado.blogspot.com.br) 


Bairro Santa Terezinha. Estádio Doutor Francisco de Salles Oliveira. Equipe do Tupi em 1945. (Foto: Acervo de Eliane Vieira - Publicada no blog mauricioresgatandoopassado.blogspot.com.br) 


Campinho de Futebol do Sport. Pessoas presentes à bênção das instalações do Sport no seu “campinho” da Rua de Santo Antônio, em 1 de Maio de 1921. Da esquerda para a direita, identificados: João Colucci, doutor José Procópio Teixeira, senhorita Irene de Assis, Leôncio Belo, padre Guilherme Porter, Abril de Araújo Alves, coronel Teodorico de Assis e José Procópio Teixeira Filho. (Foto: Acervo de Márcio Guerra)


segunda-feira, 21 de agosto de 2017

Neco, o primeiro ídolo

As fotos abaixo são reprodução do livro "Neco, o primeiro ídolo", de autoria de Antônio Roque Citadini, e conta história do primeiro verdadeiro craque que vestiu a camisa corinthians.



Em 1944, por ocasião do 25º ano do glorioso feito de 1919, os craques sul-americanos se reuniram num jantar de confraternização. Em pé: Amilcar, Bianco, Pindaro e Sérgio. Sentados: Haroldo, Neco, Friedenreich, Heitor e Arnaldo. (Fonte: Tomás Mazzoni no livro "História do Futebol no Brasil”, Edições Leia, São Paulo, 1950)


Campeões do Centenário da Independência (1922). Em fila indiana: Mário, Perez, Amilcar, Rafael, Del Debbio, Gelindo, Neco, Ciasca, Tatu, Gamba e Rodrigues. (Fonte: Revista "Corinthians", órgão oficial do S.C. Corinthians Paulista. Edição Especial Comemorativa do Quarto-Centenário, fevereiro de 1955, número 64, Biblioteca do Sport Club Corinthians Paulista)


Seleção Brasileira que conquistou o Campeonato Sul-Americano de 1922. Neco é o quarto da esquerda para a direita. (Fonte: Revista "Sports", fevereiro de 1923. Biblioteca Municipal Presidente Kennedy, São Paulo)


Já consagrado, Neco foi objeto de caricatura, como foi publicada na revista "Sports", em julho de 1920. (Fonte: Biblioteca Municipal Presidente Kennedy, em São Paulo)

"Taça Neco", que homenageava o jogador, conquistada na partida Corinthians 1 X 0 São Bento, realizada no dia 7 de março de 1920, na Ponte Grande (Fonte: Acervo do S.C. Corinthians Paulista)


Time do Corinthians no início da década de 1920. Ao centro, de braços cruzados, Neco. (Fonte: Revista "Sports", setembro de 1921 - Biblioteca Presidente Kennedy, São Paulo)

Rara foto do time do Corinthians. No jogo em que venceu, por 2 X 0, o União Artística Recreativa do Cambucy, em 28 de dezembro de 1919, no campo da rua Cesário Ramalho (que mais tarde se transformaria no estádio da Portuguesa de Desportos). Neco é o de chapéu, entre os agachados. (Fonte: Revista "Sports", janeiro de 1920. (Fonte: Biblioteca Municipal Presidente Kennedy, São Paulo)


Medalhas do Campeonato Sul-Americano de 1919, conquistadas por Neco. (Foto: Acervo da Família Nunes-Cardeal)

Os campeões sul-americanos de 1919. Neco é o primeiro da segunda linha, de baixo para cima, à esquerda. (Fonte: Tomás Mazzoni. "História do Futebol no Brasil", Edições Leia - São Paulo, 1950)

A Seleção Brasileira campeã de 1919. Em pé: Píndaro - Sérgio - Marcos - Fortes - Bianco e Amilcar. Ajoelhados: Milton - Neco - Friedenreich - Heitor e Arnaldo. (Fonte: Revista "Placar", "72 anos de História da Seleção Brasleira")

Neco, com a camisa da Seleção Brasileira, depois da conquista do Sul-Americano de 1919. (Fonte: Acervo da Família Nunes-Cardeal)

A Seleção Paulista que goleou a Seleção Carioca por 8 X 1, em 1 de setembro de 1918, no campo da Floresta, em São Paulo. Em pé:  Sérgio - Palamone - Dionisio (goleiro)- Amilcar - Ítalo e Morelli. Ajoelhados: Formiga - Neco - Friedenreich - Haroldo e Arnaldo. (Foto: Tomás Mazzoni, "História do Futebol no Brasil", Edições Leia , São Paulo, 1950). 

Quadro do Corinthians que venceu o Ypiranga por 4 X 0, em 22 de julho de 1917. Neco é o quinto agachado da esquerda para a direita. (Fonte: Revista "A Cigarra Esportiva", edição de 28 de julho de 1917. Biblioteca Municipal Presidente Kennedy, São Paulo).

O quadro do Corinthians quando do jogo em que perdeu para o Paulistano por 2 X 1, em 29 de junho de 1917, no Parque Antárctica. Neco é o quarto jogador agachado. (Fonte: Revista "A Cigarra Esportiva", edição de 7 de julho de 1917. Biblioteca Municipal Presidente Kennedy, São Paulo).


O Selecionado Pulista que venceu o Carioca por 1 X 0, pela disputa da Taça "Fuchs" e bronze "Hebe", em jogo realizado no dia 24 de junho de 1917, no campo do São Cristóvão, no Rio de Janeiro. Neco é o quarto sentado, da esquerda para a direita. (Fonte: Revista "A Cigarra Esportiva", edição de 30 de junho de 1917. Biblioteca Municipal Presidente Kennedy, São Paulo)

1916. Neco e Amilcar em Buenos Aires.  Amilcar Barbuy foi o primeiro jogador corinthiano de linha a defender a Seleção Brasileira. Foi no Campeonato Sulamericano, realizado no mesmo ano, na capital argentina. (Fonte: Revista "Cornthião", órgão oficial do clube, fasciculo 1, São Paulo, 1979)

Foto clássica do Corinthians de 1914, que aparece em vários livros. Em pé: Américo - Perez - Amilcar - Aparicio e Neco. Ajoelhados: Police - Blanco e César. Sentados: Fúlvio - Sebastião e Casemiro Gonçalves. (Fonte: Lourenço Diaféria, "Coração Corinthiano", Fundação Nestlé, de Cultura - São Paulo, 1992)


Equipe do Corinthians que conquistou o seu primeiro campeonato em 1914. Em pé: Américo - Perez - Amilcar - Aparício e Neco. Agachados: Police - Bianco e César. Sentados: Fúlvio - Aristides e Casemiro. (Fonte: Tomás Mazzoni, "História do Futebol no Brasil", Edições Leia, São Paulo, 1950)


Corinthians, no campo da Associação Athlética das Palmeiras, na Floresta, década de 1910. Neco é o segundo ajoelhado a partir da esquerda. (Fonte: Lourenço Diaféria, "Coração Corinthiano", Fundação Nestlé de Cultura, São Paulo, 1992)

Tirada em 1913, essa é possivelmente a mais antiga foto do Corinthians Paulista. Em pè: Fulvio - Casemiro do Amaral e Casemiro Gonzales. Ajoelhados: Police - Branco e César. Sentadios: Aristidfes - Perez - Amilcar Barbuy - Aparício e Neco. (Fonte: Lourenço Diaféria, "Coração Corinthiano", Fundação Nestlé, de Cultura - São Paulo, 1992)

quarta-feira, 26 de julho de 2017

América Futebol Clube em fotos

As fotos publicadas abaixo foram copiadas do livro “Campos Sales, 118 - A História do América Carioca", obra de Orlando Cunha Fernando Valle.


Campeões de 1960. Em pé: Ari - Jorge - Djalma - Amaro - Wilson Santos - Ivan e Olavo (massagista). Agachados: Calazans - Antoninho - Quarentinha - Joao Carlos e Nilo.


1955. Equipe de Futebol de Salão, primeira categoria. Em pé: Haroldo - Rob - Pavão - Rangel - Abe - Adiano e Toninho. Agachados: Babão - Zarane - Mauricio - Geraldo - Ari e Zeca.

Os vice-campeões de 1955. Em pé: Rubens - Pompéia - Édson - Ivan - Oswaldinho e Hélio. Agachados: Canário - Romeiro - Leônidas - Alarcon e Ferreira.


No dia 23 de junho de 1953, a delegação do América que excursionava pelo Velho Mundo, foi recebida por Sua Santidade, o Papa Pio XII; Na foto, em pé: Joel - Leônidas - Oto Glória (técnico) - Senhora Plínio Leite - Plínio Leite - Osmar - Papa Pio XII - Julião - Jorginho - Hélio - Oswaldinho - Olavo e Ferreira. Agachados: Agnelo - Valeriano - João Carlos - Maneco - Ivan - Camelinho - Rubens e Vassil.

As arquibancadas de Campos Sales no jogo inaugural, em 29 de junho de 1953.

29 de junho de 1953. Durante quase um decênio o América foi forçado a jogar em campos alugados aos próprios adversários. Nesse dia foi aberto o "Estadinho". Na foto o pontapé inicial da partida festiva, dado pelo Patrono do clube, Antônio Avellar.


Esta foi a equipe do América que, em Montevidéu, na tarde de 18 de julho de 1951, escreveu uma das páginas mais expressivas da história do futebol berasileiro.

Em pé: Joel - Osni - Osmar - Rubens - Oswaldinho e Ivan. Agachados: Walter - Manco - Dimas - Ranulfo - Nivaldino e Olavo (massagista).


O excelente conjunto de 1950. Na ordem: Osni - Joel - Osmar - Oswaldinho - Ranulfo - Rubens - Natalino - Dimas - Godofredo - Jorginho e Maneco.


A "Peteca de Salão" surgiu no América, criada por um grupo que tinha a sua frente João Perrenaud Teixeira de Souza. A foto mostra o saudoso desportista (em pé, mais à direita), em 1945, ao lado dos seguintes atletas: Em pé: Augusto - Santos - Osmar - Franklin e Orlando. Agachados: Yacir - Trigueiro e Isac.


Tricampeões cariocas de Tênis de Mesa, em 1942, 1943 e 1944. Na ordem: Ivan Severo, Hugo Severo, José Neves, Antônio Neves (diretor), Antônio Avellar (patrono), Batista Boderone, Wilson Severo e Nélson Soares.


Disputadas, ininterruptamente, durante nove anos, a partir de 1940, as "Olímpiadas Rubras" constituíram-se em inesquecíveis festas do esporte amador no América.


A pacificação do futebol brasileiro, em 19 de julho de 1937, é um dos inúmeros serviços relevantes que o desporto nacional deve ao América. A ele e ao Vasco da Gama. Estes foram os presidentes da paz: Pedro Magalhães Corrêa, do América e Pedro Novaes, do Vasco.


Orlando dos Santos, o "Carola", por certo o mais popular jogador do América em todos os tempos, um exemplo de dedicação e fidelidade ao clube.

Manuel Anselmo da Silva, o "Maneco", o maior goleador da história do América.

 Plácido de Assis Monsores, um bravo jogador americano.

Joel de Oliveira Monteiro, um ídolo que a torcida americana não esquece.

Oswaldo Mello, o incomparável "Oswaldinho".

Francisco Paes de Figueiredo, o "Chiquinho", grande artilheiro rubro na era do amadorismo.

Joaquim Fontainha, tinha no América a sua grande paixão.


Carlos Soares Filho, o "Ben-te-vi", foi um americano como poucos.


Campeões de 1935. Na ordem: Walter - Cachimbo - Paiva - Mamede - Og - Vital - Possato - Plácido - Lindo - Orlandinho e Carola.

Vista do campo do América, na noite de 2 de outubro de 1935, por ocasião da inauguração dos refletores.


A equipe rubra de 1934 tinha sete jogadores argentinos, seis dos quais estão na foto acima. Em pé: Vital - Ferreira - De Saa (1) - Walter - Aresi (2) e Mariani (3). Agachados: Carola - Rivarola (4)- Fassora (5) - Dedovits (6) e Carrero. O sétimo, Della Torre, não está na foto.- 


O primeiro jogo entre profissionais no Rio de Janeiro foi disputado em 2 de abril de 1933, em São Januário, entre as equipes do América e do Vasco. O quadro americano, na ordem: Miro - Darci - Pascoal - Flávio - Baby - Waldemar - Aimoré - Lázaro - Oscarino - Carola - Campos - Hermógenes - Agrícola - Dentinho - Rabelo - Hildegardo - Juquiá - Curto e Penaforte.

A tradicional fachada da sede americana.


Campeões de 1931. Na ordem: Sílvio - Lázaro - Hildegardo - Mário Pinto - Zezinho - Almeida - Hermógenes - Telê - Alemão - Adalberto - Mosquera - Gilberto e Carola.

Cena do almoço, em 18 de setembro de 1931, que assinalou a inauguração dos melhoramentos na sede social.


O América foi o primeiro clube carioca a excursionar ao estrangeiro. A foto mostra um das formações da equipe que se exibiu na Argentina e no Uruguai, em principios de 1929:

Em pé: Penaforte - Joel - Walter - Espanhol - Hermógenes - Hildegardo - Floriano e Celso. Agachados: Sobral - Siriri - Oswaldinho - Feitiço - Nilo e Evangelista.

Campeões de 1928. Em pé: Charles Williams (treinador) - Penaforte - Joel e Hildegardo. De joelhos: Hermógenes - Floriano e Walter. Sentados: Gilberto - Miro - Sobral - Mineiro e Celso.


Grupo de tenistas americanos em 1926. Em pé: José Duarte Pinto - Alfredo Guilherme Koehler - Egas de Mendonça - Heitor Luz - Arandy Miranda - Roberto Peixoto - José Martins - José Louzada - Antônio Vieira - Cedric Atleé - Antônio Avelar - Alberto Martins - Ernani Motta Rezende - José Avelar - Gilberto Garcia e Eurico Costa. Ajoelhados: Mário Reis - Flávio Barroso - Francisco Paes de Figueiredo - Jackson de Souza - Newton Motta - Luis Castilho - Mário Abreu - Antônio Garcia e Fernando Nascimento Silva.

A velha "Barreira", uma instituição na vida do América. A foto foi tirada por ocasião do jogo contra o Flamengo, em 24 de maio de 1925.

As novas arquibancadas inauguradas em 20 de julho de 1924, foram as segundas no Rio de Janeiro, construídas com concreto.


Os autores da maior façanha na história do futebol do América, "Campeões do Centenário", em 1922. Na ordem: Barata- Miranda - Gonçalo - Perez - Oswaldinho - Ribas - Chiquinho - Matoso – Brilhante -  Giberto e Justo.

17 de setembro de 1916, a torcida que compareceu a Campos Sales para assistir ao jogo América X Mackenzie College, de São Paulo.

Outro aspecto das arquibancadas, depois de 28 de maio de 1916, quando foram introduzidos importantes melhoramentos.


Campeões de 1916. Em pé: Ademar - De Paiva - Witte - Ferreira - Paulino e Paula Ramos. Agachados: Oscar - Ojeda - Gabriel - Haroldo e Álvaro.

Campeões de 1913: Em pé: Luis - Marcos e Belfort. Ajoelhados: Witte - Gabriel - Ojeda - Osman e Aleluia. Sentados: Mendes - Jônatas e Lincoln.

As primeiras arquibancadas construídas em Campos Sales, foram inauguradas em 12 de outubro de 1911.


Foto histórica das equipes do América e do Bangu que, no dia 6 de agosto de 1905, participaram da primeira partida oficial disputada pelo clube americano, que usou camisas negras naquela oportunidade.

Identificação: João Bermuder e Alfredo Koehler, sentados ao chão, bem abaixo a direita. Amilcar Teixeira Pinto, Gustavo Garnett, Nabuco Prado e Gustavo Bruno Mohrsted, sentados no banco. Frederico Pinto, Oswaldo Mohrsted, Romeu Maina, Jaime Pina e Durval Medeiros, em pé. Os jogadores do Bangu não estão identificados.

Primeiro campo do América, um terreno baldio, em frente a  sede, na rua Praia Formosa.

Antônio Gomes de Avellar, o Patrono.

Alfredo Guilherme Koehler nunca abandonou o América, nem mesmo nas maiores crises.


João Evangelista Belfort Duarte, sempre o capitão.

O grande benfeitor Raul Meirelles Reis.

Fundadores do América Futebol Clube, Alberto Klotzbucher (primeiro de pé, a esquerda), Henrique Mohrstedt (primeiro sentado), Henrique Mohrstedt (segundo sentado), Gustavo Bruno Mohrstedt (terceiro sentado), Alfredo Mohrstedt (quarto sentado), Jaime Faria Machado (segundo de pé, a direita) e Oswaldo Mohrstedt (quinto sentado).


Casa em que foi fundado o América, na Rua Praia Formosa, atual Pedro Alves, 83. Em uma das janelas vê-se, o primeiro presidente do clube, Alfredo Mohrstedt, e sua esposa, dona Ema. Na outra, três de seus filhos, Frieda, Olga e Max.